Está tudo tão perto e ao mesmo tempo tão distante.
O querer de ambos sem saber o que acontecerá.
A força do amor não parece ser suficiente para realizar.
Só restará a saudade e as felizes recordações.
O fim está mais próximo que se imagina.
Não haverá despedida, somente o silêncio fará o adeus.
A voz um do outro será uma lembrança que se apagará com o tempo.
Lágrimas, dor, sofrer serão o carro chefe da vida,
mas passará e serão substituídas
pela recordação de um raio de sol
que um dia tentou brilhar, mas foi em vão.
As nuvens se dissiparão, o céu voltará a aparecer,
mas sempre parecerá que é fim de tarde para nós.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Meu coração está tão pequeno,
não, não é o amor que diminuiu,
mas a saudade que aumentou
e insiste em apertar meu peito.
Meus olhos estão cheios de lágrimas,
não ,não é de tristeza,
é a falta de ti ao meu lado
deixando a cama sem teu calor a noite.
Minhas palavras estão vazias,
não, não é porque não sei o que dizer,
mas porque não estás aqui para ouvir
o que sinto num uníssono: EU TE AMO.
não, não é o amor que diminuiu,
mas a saudade que aumentou
e insiste em apertar meu peito.
Meus olhos estão cheios de lágrimas,
não ,não é de tristeza,
é a falta de ti ao meu lado
deixando a cama sem teu calor a noite.
Minhas palavras estão vazias,
não, não é porque não sei o que dizer,
mas porque não estás aqui para ouvir
o que sinto num uníssono: EU TE AMO.
domingo, 3 de junho de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Era uma tarde comum, o sol observava as sombras, as nuvens andavam sonolentas,
um parado esperando o tempo, o outro num misto de medo e vontade,
admirando, sonhando de longe, tomando doses de coragem.
A aproximação silenciosa, olhos se cruzam e uma luz se acende,
é o começo da paixão chegando.
Um curto aperto de mão, troca de palavras
caminham a direção do quarto mágico,
os corpos se acendem,
há medo, desejo, delicadeza e calma,
o tempo para deixar o amor chegar,
se despedem sem vontade de ir.
No ar uma dúvida pairou, haverá de se verem novamente?
Mensagens trocadas rapidamente,
o reencontro com mais calor,
a magia está no ar de forma direta,
vários encontros se sucedem,
o amor brota e cresce sem parar.
Uma viagem, o ciúme batendo forte,
mensagem com raiva, angústia e medo,
resposta alegre, com entendimento
e junto o despertar do olhar,
ambos agora sentiam o amor.
Mas o tempo que parava dentro daquele quarto,
insistia em continuar a andar do lado de fora
e ele tocou afinal.
Tudo se cobriu de fumaça,
atordoante o momento que se fez,
o amor tomou todas suas nuances,
era quente e dolorido,
era calmo e angustiante,
era doce e forte,
era lembrança e desejo,
era delicado e acolhedor,
era protetor e assustador,
era real e tranqüilo,
era lindo e verdadeiro.
Despedida com choro e vontade de ficar,
ambos devastados internamente,
a ausência do corpo do outro era sufocante,
a ausência da voz do outro era angustiante,
a ausência dos olhos do outro era dolorida.
Mas a fumaça que se fez queria se dissipar,
uma promessa, um desejo,
telefonemas e mensagens de amor,
o medo da perda, a dor do nunca mais,
a vontade de estar juntos, de se terem para sempre,
mas o que irá vencer no final: o medo ou o amor real?
um parado esperando o tempo, o outro num misto de medo e vontade,
admirando, sonhando de longe, tomando doses de coragem.
A aproximação silenciosa, olhos se cruzam e uma luz se acende,
é o começo da paixão chegando.
Um curto aperto de mão, troca de palavras
caminham a direção do quarto mágico,
os corpos se acendem,
há medo, desejo, delicadeza e calma,
o tempo para deixar o amor chegar,
se despedem sem vontade de ir.
No ar uma dúvida pairou, haverá de se verem novamente?
Mensagens trocadas rapidamente,
o reencontro com mais calor,
a magia está no ar de forma direta,
vários encontros se sucedem,
o amor brota e cresce sem parar.
Uma viagem, o ciúme batendo forte,
mensagem com raiva, angústia e medo,
resposta alegre, com entendimento
e junto o despertar do olhar,
ambos agora sentiam o amor.
Mas o tempo que parava dentro daquele quarto,
insistia em continuar a andar do lado de fora
e ele tocou afinal.
Tudo se cobriu de fumaça,
atordoante o momento que se fez,
o amor tomou todas suas nuances,
era quente e dolorido,
era calmo e angustiante,
era doce e forte,
era lembrança e desejo,
era delicado e acolhedor,
era protetor e assustador,
era real e tranqüilo,
era lindo e verdadeiro.
Despedida com choro e vontade de ficar,
ambos devastados internamente,
a ausência do corpo do outro era sufocante,
a ausência da voz do outro era angustiante,
a ausência dos olhos do outro era dolorida.
Mas a fumaça que se fez queria se dissipar,
uma promessa, um desejo,
telefonemas e mensagens de amor,
o medo da perda, a dor do nunca mais,
a vontade de estar juntos, de se terem para sempre,
mas o que irá vencer no final: o medo ou o amor real?
Nós nos encontramos no amor.
Quem diria que o sol iria brilhar.
Que os dias seriam de flores brotando.
Que o orvalho da manhã nos cobriria.
Que as tardes seriam preenchidas de cor.
Que nossos beijos e abraços teriam tanto calor,
mas é isso que o amor nos faz.
Nós encontramos o amor.
Quando nossos corpos se tocam.
Quando nossos olhos se cruzam.
Quando sentimos o cheiro um do outro.
Quando dividimos nossas almas.
Quando a dor da saudade bate,
afinal é isso que o amor faz.
Quem diria que o sol iria brilhar.
Que os dias seriam de flores brotando.
Que o orvalho da manhã nos cobriria.
Que as tardes seriam preenchidas de cor.
Que nossos beijos e abraços teriam tanto calor,
mas é isso que o amor nos faz.
Nós encontramos o amor.
Quando nossos corpos se tocam.
Quando nossos olhos se cruzam.
Quando sentimos o cheiro um do outro.
Quando dividimos nossas almas.
Quando a dor da saudade bate,
afinal é isso que o amor faz.
Eu fiz uma canção, cheia de sabores,
enquanto a chuva caia molhando a calçada.
Eu plantei uma flor, cheia de cores belas,
enquanto a lua se enchia, iluminando as borboletas.
Eu escrevi um poema, cheio de fonemas molhados,
enquanto a noite dormia junto aos pássaros nos fios.
Eu desenhei um coração, cheio de esperança e medo,
enquanto meus pensamentos tentavam encontrar você.
enquanto a chuva caia molhando a calçada.
Eu plantei uma flor, cheia de cores belas,
enquanto a lua se enchia, iluminando as borboletas.
Eu escrevi um poema, cheio de fonemas molhados,
enquanto a noite dormia junto aos pássaros nos fios.
Eu desenhei um coração, cheio de esperança e medo,
enquanto meus pensamentos tentavam encontrar você.
Eu só pedi algo que iluminasse meu caminho.
Eu só pedi algo que me confortasse da dor.
Eu só pedi algo que me fizesse sorrir sem destino.
Eu só pedi algo que me aquecesse de manhã.
Eu só pedi algo que me molhasse a alma.
Eu só pedi algo que percorresse as minhas veias.
Eu só pedi algo que ficasse na minha memória.
Então de repente percebi, que tudo que pedi era você.
Eu só pedi algo que me confortasse da dor.
Eu só pedi algo que me fizesse sorrir sem destino.
Eu só pedi algo que me aquecesse de manhã.
Eu só pedi algo que me molhasse a alma.
Eu só pedi algo que percorresse as minhas veias.
Eu só pedi algo que ficasse na minha memória.
Então de repente percebi, que tudo que pedi era você.
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